sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Mitsubishi Lancer EVO Rally de Portugal 2001



O Mitsubishi Lancer EVO 6.5 foi introduzido pela fabricante japonesa no Campeonato Mundial de Rally (WRC) em 2001 e permitiu ao finlandês Tommi Makinen lutar novamente pelo título de campeão até à última prova. 

Makinen havia conquistado o WRC por 4 anos consecutivos, entre 1996 a 1999, sempre guiando os Lancer preparados pela divisão de competição Mitsubshi, a Ralliart.

Em 2000, o finlandês não teve um carro suficientemente competitivo e acabou o campeonato apenas no 5º lugar.


Para 2001, a Mitsubishi melhorou o modelo do ano anterior, o EVO 6, designando-o de EVO 6.5, que permitiu Makinen fazer um excelente início de campeonato. Entretanto, na segunda metade do campeonato a Mitsubishi introduziu o novo Lancer, o WRC (também conhecico como EVO 7), que implicou em perda de rendimento de Makkinen nesta fase do campeonato. Não obstante a queda de rendimento Makkinen chegou à última etapa do WRC com chances de título, mas acabou ficando somente em terceiro lugar  na classificação geral, perdendo o título para o inglês Richard Burns (da Subaru) e atrás do escocês Colin McRae (da Ford).
 
 
A miniatura da foto é de minha coleção, fabricada pela IXO em escala 1/43, número de série RAM005, e representa o  Mitsubishi Lancer Evo 6.5 com o qual Tommi Makkinen e o seu co-piloto Risto Mannisenmaki obtiveram sua 22ª vitória no WRC, no Rali de Portugal de 2001.
 
 
Cores: Vermelho, branco, preto e prata
Patrocinadores: Marlboro, Mitsubishi, Ralliart, Michelin, AND, Solverde, OMP, Einkel, PIAA, NGK, TAP, Peltor.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Tyrrell P34 - 1976


Na temporada de 1976 a Tyrrell introduziu um dos mais inusitados e inovadores carros de Fórmula 1 de todos os tempos: o modelo P34, guiado naquele ano pelo sul-africano Jody Scheckter e pelo francês Patrick Depailler.

O P34 era um carro com 6 (isso mesmo SEIS) rodas, sendo quatro rodas dianteiras de 10 polegadas (ligeiramente menores do que as rodas dos demais carros) e duas rodas traseiras, de tamanho normal. Para além dessa característica única na Formula 1, o P34 dispunha de duas pequenas “janelas” para que o piloto pudesse ver as pequenas rodas dianteiras.

O fato das rodas dianteiras serem de dimensões menores permitiu que a parte frontal do carro fosse mais estreita e que a estrutura dianteira as cobrisse quase completamente, o que dava ao carro um menor atrito aerodinâmico.

As vantagens do Tyrrell P34 evidenciavam-se mais nos circuitos lentos e sinuosos, devido ao poder de frenagem e melhor aderência, mas com a evolução que foi tendo ao longo do campeonato demonstrou que também era competitivo nos outros circuitos e disso é prova alguns segundos lugares que conseguiu em provas mais rápidas no final do ano.

Apesar de ser um carro bastante equilibrado e competitivo, não era excepcional, na medida em que lhe faltava capacidade real de evolução. Uma das grandes desvantagens que teve que enfrentar foi o fato da Goodyear ter que desenvolver pneus de 10 polegadas que mais nenhuma equipe utilizava. E isso fez com que a Goodyear, a determinada altura, tivesse deixado a Tyrrell em desvantagem em relação aos adversários porque tinha que optar entre ter pneus mais evoluídos atrás do que à frente e um carro mais desequilibrado ou então optar pelos pneus mais antigos, logo menos eficazes, e um carro mais equilibrado. Além disso, a suspensão e direção do bólido eram complexos, de difícil acerto e manutenção. Outra desvantagem era de cada vez que o carro ia sofrendo evoluções tornava-se mais pesado.

O P34 também foi utilizado na temporada de 1977. Foram duas versões deste modelo usada naquele ano, uma praticamente igual ao modelo de 1976 e outra mais longa, utilizada em circuitos mais rápidos. Trataremos de ambas em posts futuros. No entanto em 1977 o carro já não conseguiu acompanhar seus concorrentes e passou a ter resultados aquem dos esperados.

A miniatura da foto, de minha coleção, foi fabricada pela Minichamps, em escala 1/43, número de série 430 760003 e representa o modelo guiado por Scheckter na temporada de 1976.

Patrocinadores: Elf, Goodyear. 
Cores: Azul e amarelo
Vitórias: 1 (Scheckter)
Pole-position: 1 (Scheckter)
Podiums: 12 (7 Depailler, 5 Scheckter)
Melhores voltas: 2 (1 Scheckter, 1 Depailler) 

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Honda Racing F1 Team RA106 - GP da China 2006


O RA106 da Honda foi o carro com que a equipe Honda competiu na temporada de 2006 da Fórmula 1. Foi pilotado por Rubens Barrichello, que havia saído da Ferrari, e Jenson Button, que já estava com a equipe há 3 três temporadas, desde quando a mesma ainda se chamava British American Racing (BAR). 

2006 marcou o retorno da Honda como dona de equipe, pois desde 1968 não possuia equipe própria, apesar de ter tido grande sucesso como fornecedora de motores na segunda metade da década de 1980 e primeira metade da década de 1990. Ao final de 2005 a Honda comprou a BAR, equipe que já utilizada seus propulsores desde o ano 2000.

Embora a equipe tenha progredido bastante em 2006, não foi capaz de lutar pelo campeonato mundial, muito embora tenha feito excelente pre-temporada. O RA106 era rápido nas qualificações, mas não tinha o mesmo desempenho em corridas. Uma queda de desempenho no meio da temporada também levou a empresa a despedir o projetista Geoff Willis, que foi substituído pelo inexperiente Shuhei Nakamoto.

No entanto, as coisas melhoraram a partir do GP da Alemanha, que culminou na primeira vitória de Button na F1, no GP da Hungria. Button e Barrichelo pontuaram constantemente naquela temporada e a equipe terminou em um ótimo quarto lugar no Campeonato de Construtores, com 86 pontos.
Esta miniatura, de minha coleção, foi fabricada pela Minichamps em escala 1/43, modificada artesanalmente para receber esta pintura usada unicamente no GP da China de 2006 e número de série 400 060012 (este número é da miniatura original, sem as mudanças na pintura). Carro de Jenson Button. Peça raríssima.

Cores: Branco, preto, azul e amarelo.
Patrocinadores: 555 World Racing, Honda, Ray Ban, Intercond, Eneos, Michelin, Snap On, Alpinestar, Showa, NTN, NGK.
Vitórias: 1 (Button)
Poles Positions: 1 (Button)
Voltas mais rápidas: 0
Podiums: 3 (Button)
Pontos: 86 (56 Button, 30 Barrichello)

terça-feira, 14 de agosto de 2012

BMW Sauber F1.08 - 2008


A BMW ingressou na Fórmula 1 como dona de equipe na temporada de 2006. Desde o ano 2000 havia retornado ao circo F1 como fornecedora de motores para a equipe Williams. A parceria com a equipe inglesa, relativamente exitosa, com algumas vitórias, foi desfeita após a fraca temporada de 2005, ano em que a montadora bávara acabou comprando a equipe de Peter Sauber para manter-se na competição.


Em 2008 a equipe era uma das favoritas para conquistar vitórias e brigar pelo título. As exectativas não foram integralmente alcançadas, apesar do bom desempenho do polonês Robert Kubica,que conquistou uma pole position (no GP do Bahrein) e a primeira vitória (GP do Canadá) para a equipe da Bavária.

 O F1.08, pilotado por Kubica e Nick Heidfeld, foi um dos carros que mais abusou dos penduricalhos aerodinâmicos permitidos até aquela temporada. Foi o carro mais feio produzido pela BMW, principalmente pelos "chifres" localizados no cockpit.


A miniatura da foto, de minha coleção, foi fabricada pela Minichamps, em escala 1/43, e número de série 400 080004.


Cores: Branco, Azul e Vermelho
Patrocinadores: Intel, Petronas, Syntium, Credit  Suisse, Dell, T Systems, BMW Power, Bridgestone.
Vitórias: 1 (Kubica)
Pole Position: 1 (Kubica)
Voltas mais rápidas: 2 (Heidfeld)
Podiums: 11 (7 Kubica, 4 Heidfeld)
Pontos: 135 (75 Kubica, 60 Heidfeld)

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Cooper Climax T51 - 1959


O Cooper Climax T51 foi um carro de Fórmula 1 e Fórmula 2 construído para a temporada de 1959. O T51 ganhou um lugar significativo na história do automobilismo, quando o autraliano Jack Brabham, o famoso Black Jack, levou o campeonato de 1959 guiando o T51, feito histórico por ter sido o primeiro carro com motor traseiro a conseguir este geito. A Cooper também ganhou o campeonato de construtores daquele ano, com o este revolucionário carro, um dos mais importantes da história da F1 e cujo conceito de motor traseiro é aplicado até os dias de hoje.

Na temporada de 1959 o T51 foi utilizado pela equipe oficial da Cooper e pela equipe privada RRC Walker Racing Team. A equipe oficial, da qual tratamos neste post, teve como pilotos Brabham, o neo-zelandês Bruce McLaren (sim, o fundador da McLaren!), o americano Masten Gregory e o italiano Giorgio Scarlatti.
 
A miniatura da foto, de minha coleção, foi fabricada pela IXO, em escala 1/43, representando o carro de Jack Brabham, piloto que admiro bastante, principalmente por ter sido o único a vencer um campeonato de F1 construindo seu próprio carro.

Cores: Verde e Branco
Patrocinadores: nenhum
Vitórias: 3 (2 Brabham, 1 McLaren)
Poles Positions: 1 (Brabham)
Voltas mais rápidas: 2 (1 Brabham, 1 McLaren)
Podiums: 9 (5 Brabham, 2 McLaren, 2 Gregory)
Pontos: 57,5 (31 Brabham, 16,5 McLaren, 10 Gregory)

domingo, 12 de agosto de 2012

Peugeot 908 HDI FAP 24 Horas de Le Mans 2007


O Peugeot 908 HDi FAP foi um protótipo de corridas construído pela francesa Peugeot para retornar aos seus grandes dias de vencedora das 24 Horas de Le Mans, pois havia vencido pela última vez com o modelo 905 em 1993. O 908 HDi FAP venceu 19 das 28 corridas em que correram entre 2007 e 2010.

O Peugeot 908 fez sua estréia em corridas nos 1000 Km de Monza, corrida de abertura da Le Mans Series temporada 2007 e particicpou da mais prestigiosa corrida de endurance do mundo no mesmo ano, tendo conseguido a pole position já em sua estreia, batendo os então imbatíveis Audi R10 TDI Diesel.

Entretanto, durante a corrida, o R10 da Audi se sobressaiu e venceu a prova de 2007, deixando os 908 em segundo lugar.

Apesar de ser um bólido lindíssimo e ter vencido diversas provas de endurance ao redor do planeta, o 908 só conseguiu vencer as 24 Horas de Le Mans no ano de 2009. Em todos os outros anos viu a rival Audi triunfar na pista francesa.

O modelo da foto, de minha coleção, foi fabricado pela IXO, em escala 1/43, número de série LMM112, representando o carro pilotado por Pedro Lamy, SebastianBourdais & Stephane Sarrazin, segundo-colocado nas 24 Horas de Le Mans de 2007.

Cores: Branco, Preto, Vermelho e Azul
Patrocinadores: Peugeot, Xbox 360, Total, Michelin, Bosch, Eurodatacar, Dow, Tag Heuer

Ligier Mugen Honda JS 43 - GP Monaco 1996


O JS43 foi o modelo utilizado pela Ligier para a temporada de 1996 da Fórmula 1. Foi pilotado pelo francês Olivier Panis, que estava em sua terceira temporada com a equipe, e pelo brasileiro Pedro Paulo Diniz, que se mudou da Forti Corse.


O modelo JS43 foi uma evolução do modelo de 1995, o JS41, que era um bom carro, projetado por Frank Dernie. O JS43, seguindo o seu antecessor, era um carro respeitável, tendo realizado uma boa temporada em 1995, sendo o modelo com o qual Panis conquistou sua única vitória na F1, o caótico GP de Mônaco. Esta foi a última vitória da Ligier na F1 (a primeira desde 1981), que, ao final daquela temporada foi vendida para Alain Prost.


A equipe terminou na sexta colocação no Campeonato de Construtores, com 15 pontos.
A miniatura da foto, de minha coleção, e fabricada pela Minichamps em escala 1/43, número de série 430 960099, é para lá de especial. Além de ser limitada somente 6.000 peças, tem o detalhe de Panis segurando a bandeira da França, comemorando a vitória.

Cores: Azul, branco e amarelo
Patrocinadores: Gauloises, Parmalat, Arisco, Mugen Honda, Kibon, EDS, Giordana, Cricket, Goodyear, Guam, NGK, BIAS Group.
Vitórias: 1 (Panis)
Poles Positions: 0
Voltas mais rápidas: 0
Podiums: 1 (Panis)
Pontos: 15 (13 Panis, 2 Diniz)

sábado, 11 de agosto de 2012

Jordan Peugeot 197 - 1997



O Jordan 197 era o carro com o qual a Jordan competiu na temporada 1997 de Fórmula 1. O carro foi pilotado por Ralf Schumacher e Giancarlo Fisichella, que estavam em sua primeira temporada com a equipe, substituindo Rubens Barrichello (que foi para a Stewart) e Martin Brundle (que se aposentou da F1).

 

Após uma temporada decepcionante em 1996, a equipe parecia revitalizada para 1997. O carro deu à Jordan a chance de desafiar os quatro grandes times da época - Williams, Ferrari, Benetton e McLaren. R. Schumacher e Fisichella pontuaram constantemente na temporada, tendo conseguido três pódios ao longo do ano.

O carro também se destacou por sua cor amarela vibrante, destacando o como patrocinador a marca de cigarros Benson & Hedges, que optou por mudar a cor dourada usada em 1996 para o amarelo. 
Quando as corridas foram realizadas  em países que não permitem a publicidade do tabaco, a marca de cigarro foi substituída por frases como "Bitten & Hisses" ou "Ssssschuey" / "Fisssssssi".

Esta pintura da Jordan era espetacular! O desenho da cobra no bico do carro, com suas presas no suporte da asa, a língua bifurcadaque se estendia nos lados do cockpit e as escamas nas laterais davam ao carro um aspecto verdadeiramente agressivo! Nos anos seguintes a Jordan mudou o animal e passou a usar um zangão e, posteriormente, um tubarão, igualmente belos.

A equipe finalmente terminou em quinto no Campeonato de Construtores, com 33 pontos - o maior número de pontos na história da equipe até então. Ao final da temporada a equipe perdeu o fornecimento de motores da Peugeot e assinou com a Mugen Honda. Fisichella também saiu da equipe (indo para Benetton) e, para seu lugar, Eddie Jordan contratou o campeão mundial de 1996 Damon Hill, que fez belas corridas pela simpática equipe irlandesa que deixa saudades até hoje.

A miniatura da foto, de minha coleção, foi fabricada pela Minichamps, em escala 1/43.

Cores: Amarelo, preto e vermelho
Patrocinadores: Benson e Hedges, Peugeot, Total, Mastercard, HP, S. Oliver, Goodyear, Diavia, Nose, NSTM, Scania
Vitórias: 0
Poles Positions: 0
Voltas mais rápidas: 1 (Fisichella)
Podiums: 3 (2 Fisichella, 1 R. Schumacher)
Pontos: 33 (20 Fisichella, 13 R. Schumacher)

Renault Alpine A110 Rally de Montecarlo 1973


O Alpine A110, também conhecido como "Berlinette", foi um carro esporte produzido pela fabricante francesa Alpine de 1961 até 1977. A Alpine foi adquirida pela Renault em 1973, mas esta aquisição pouco modificou o conceito do A110, que já utilizava mecânica dos Renault R8.

O A110 conseguiu muito de sua fama no início dos anos 1970 nas pistas de rally, quando participou do recém-criado Campeonato Internacional de Fabricantes, que viria a se transformar no World Rally Championship em 1973, vencendo vários eventos pela Europa e sendo considerado um dos melhores carros de rally de seu tempo.

A miniatura da foto, de minha coleção, representa o carro com o qual Jean-Claude Andruet venceu o Rally de Monte Carlo de 1973. Fabricada pela IXO, em escala 1/43.

É de se destacar que, em virtude da parceria da Willys Overland com a Renault, uma versão do Alpine A108, com linhas do A110, foi produzido no Brasil sob o nome Willys Interlagos (em versões berlinette, coupé e conversível), o primeiro carro esportivo fabricado no Brasil e o automóvel nacional mais desejado por este que vos escreve e que, obviamente, será tema de um post específico.

Cores: Azul
Patrocinadores: Elf, Cibiè, Michelin, Devil, Renault, Tissot e Ducellier.


sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Lotus Renault 97T - GP Portugal 1985



A Lotus 97T, de 1985, concebida pelos projetistas Gérard Ducarouge e Martin Ogilvie, foi uma evolução do carro do ano anterior, o 95T. Para 1985 a Lotus manteve o experiente italiano Elio de Angelis e substituiu o inglês Nigel Mansell (que foi para a Williams) pela então revelação brasileira, Ayrton Senna, que havia feito uma grande temporada de estréia, a bordo do modesto Toleman TG184.

O 97T utilizada o poderoso motor Renault EF4B/15 Turbo V6, que tinha potência de 900 cavalos em sua configuração de corrida mas que chegava a absurdos 1.200 cvs de potência quando das qualificações. Entretanto este era o último ano da Renault na F1 e para o ano seguinte a Lotus assinaria com a Honda para fornecer motores.

Em 1985 a Lotus concebeu um grande carro e reencontrou o caminho para as vitórias, que haviam cessado em 1982 - a equipe fundada por Colin Chapman passou a ser dirigida por Peter Warr desde a morte do gênio projetista inglês. Senna fez corridas espetaculares e de Angelis um bom campeonato, mas foi ofuscado por seu companheiro de equipe, fato este que faria com que se retirasse para a Brabham para o ano seguinte.

Certamente um dos mais belos carros de corrida de todos os tempos, com a clássica pintura da marca de cigarros John Player Special - preta e bege (não é dourada!!! a Lotus só foi preta e dourada na época de Emerson Fittipaldi. Depois ficou preta e bege!!!).

A miniatura da foto, de minha coleção, representa o carro com o qual Ayrton Senna conquistou sua primeira vitória na F1, no GP de Portugal de 1985. Fabricada pela Minichamps, em escala 1/43, limitada a 9.194 peças (a minha é a numerada 0919) e tem, como principais detalhes, a belíssima caixa comemorativa e o carro com pneus de chuva.

Cores: Preto e bege
Patrocinadores: John Player Special, Olympus, Renault, Goodyear
Vitórias: 3 (2 Senna, 1 de Angelis)
Poles Positions: 8 (7 Senna, 1 de Angelis)
Voltas mais rápidas: 3 (todas com Senna)
Podiums: 9 (6 Senna, 3 de Angelis)
Pontos: 71 (38 Senna, 33 de Angelis)